SERVIÇOS

PSICOTERAPIA

CRIANÇAS

Cada período da vida possui seus desafios, e a infância, embora possa parecer a melhor fase traz consigo a complexa tarefa de aprender como funciona o mundo no qual vivemos. A criança se desenvolve a partir do contato com o ambiente e com as pessoas que nele convivem. Muitas vezes os pais encontram dificuldade para cumprir seu papel de educadores e facilitadores do desenvolvimento de seus filhos e, para isso, podem contar com o apoio de profissionais especializados. No INTERAC oferecemos atendimento para as mais diversas queixas do comportamento infantil, como:

Oferecemos ainda a ORIENTAÇÃO DE PAIS (ver mais na aba GRUPOS TERAPÊUTICOS), que são encontros em grupo ou individualmente, para pais e familiares de crianças em determinadas faixas etárias, com o objetivo de orientar e dar suporte àqueles com dificuldades na educação dos filhos.

“Você não pode impor felicidade. Você não pode em última instância, impor coisa alguma. Nós não usamos a força! Tudo que precisamos é engenharia comportamental adequada.” (Skinner, 1948, p.149)

ADOLESCENTES

A adolescência, fase da vida muitas vezes turbulenta, marcada pelas mudanças biopsicossociais e emocionais, próprias do amadurecimento, pode ser um momento em que uma ajuda profissional especializada seja necessária. Os psicólogos do INTERAC oferecem atendimentos eficientes para queixas como:

Embora todos nós estejamos expostos aos fatores acima em uma determinada fase da vida, o que vai definir o quanto cada situação se tornará um problema é o grau de ajustamento pessoal de cada um, que depende fortemente do sistema familiar e do histórico de vida. Um processo de psicoterapia para adolescentes procura auxiliar neste processo de ajustamento, ensinando o cliente a analisar as circunstâncias de sua vida, compreendendo as consequências de suas ações a curto, médio e longo prazo. Além disso, busca-se o estabelecimento de um projeto de vida pessoal, ensinando como exercer o autocontrole nas mais variadas situações, a fim de atingir seus objetivos.

“Os homens agem sobre o mundo e o modificam e, por sua vez, são modificados pelas consequências de sua ação.” (Skinner, 1957, p.1)

ADULTOS

Por que fazer psicoterapia?

A resposta para essa pergunta se encontra na avaliação que fazemos de nossa qualidade de vida e na idéia que temos sobre para que serve a psicoterapia. Sob a ótica da Análise do Comportamento, fazer psicoterapia é submeter a própria vida, o próprio comportar-se, a um tipo de consultoria externa especializada. Em outras palavras, o terapeuta utiliza de referencial teórico específico – a ciência do comportamento – para analisar fatos da vida do cliente que estão relacionados com as suas queixas. Essa análise é funcional, no sentido em que, provavelmente, o que está presente hoje na vida do cliente exerce alguma função específica, por essa razão, continua a existir e por isso talvez o cliente sozinho ainda não tenha conseguido solucionar a questão e necessite de um especialista. Todo o processo da terapia comportamental (ou cognitiva) é dialogado, a participação do cliente deve ser ativa, o que é essencial para que se atinja bons resultados. Por essa razão preferimos adotar a palavra “cliente” ao invés de “paciente”, pois esperamos uma postura atuante, motivada e não passiva.

A psicoterapia de adultos no Interac, é procurada com frequência para autoconhecimento, mas também para diagnósticos específicos como:

“O auto-conhecimento tem um valor especial para o próprio indivíduo. Uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’, por meio de perguntas que lhe foram feitas, está em melhor posição de prever e controlar seu próprio comportamento.” (Skinner, 1974, p.31)

CASAIS

O relacionamento entre duas pessoas envolve administrar diferenças, escolher entre expressar e controlar sentimentos, colocar-se na perspectiva do outro, cooperar, lidar com críticas, tolerar frustrações, adiar recompensas, enfim, muitos comportamentos e habilidades que podem estar ausentes e necessitam de aprendizagem. Para essa finalidade, o INTERAC oferece sessões de terapia de casal, que têm por objetivo prevenir e intervir em situações de conflitos conjugais, orientando e instrumentalizando os cônjuges para que possam analisar as insatisfações do relacionamento e juntos encontrarem novas formas de se relacionar.

“Os homens são felizes em um meio ambiente no qual o comportamento ativo, produtivo, e criativo é reforçado de forma efetiva.” (Skinner, 1969, p.64)

FAMÍLIA

A família é um sistema produtor das primeiras experiências dos filhos com a vida e cenário dos principais modelos de interação que farão parte dos repertórios de seus membros. Ao mesmo tempo em que pode ser o porto seguro, também pode, em muitos casos, se tornar um ambiente opressor, onde falta compreensão, afeto e diálogo. Cada família apresenta sua dinâmica própria de funcionamento e carrega consigo necessidades às vezes incompatíveis e interesses divergentes que inevitavelmente se transformam em conflitos para os seus componentes e exige de todos um novo modo de atuação para que o desenvolvimento de cada um se torne possível neste contexto. Em casos assim, a ajuda de um profissional especializado pode ser muito eficaz.

O INTERAC oferece atendimento familiar em consultório e ainda em casos especiais, o serviço de HOME ANALYSIS, para situações em que as interações entre pais e filhos ou entre os cônjuges são conflituosas ou há dificuldades em perceber como essas interações se tornam problemáticas. Neste tipo de serviço, uma dupla de profissionais dedica-se a estudar detalhadamente as ocasiões em que ocorrem os comportamentos que se deseja modificar e as estratégias para intervenção. Este serviço pode envolver a instalação de câmeras na residência familiar, que durante alguns dias registrarão as interações naturais dos participantes. As análises decorrentes do estudo desse material serão discutidas com os pais (ou cônjuges) e serão propostos, então, procedimentos voltados para a modificação do padrão de interação e consequente resolução dos problemas.

“Como as pessoas se sentem é, geralmente, tão importante quanto o que elas fazem.” (Skinner, 1989, p.3)